
CARNAVAL SEM FESTA: QUANDO A FALHA NA ORGANIZAÇÃO DO EVENTO GERA O DEVER DE INDENIZAR? AS MODALIDADES MAIS RECORRENTES DE FRAUDES BANCÁRIAS E OS INSTRUMENTOS JURÍDICOS DE PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR
Imagine o cenário: meses de planejamento, compra de passagens, reserva de hotel e a ansiedade lá no alto para o dia do evento. Você chega ao local, abadá na mão, pronto para viver a experiência prometida — o open bar premium, a segurança reforçada, a atração de renome. Mas, ao cruzar o portão, a realidade é outra: bebida quente (ou inexistente), estrutura precária, superlotação perigosa ou, no pior dos casos, as luzes apagadas e um aviso de “evento cancelado”.

